terça-feira, 17 de novembro de 2015

Conheça mais da Chapa 2 - CORDEL!


Estimada professora, estimado professor: conheça um pouco mais algumas das pessoas que fazem o CORDEL (Chapa 2)! 


Dia 03/12, Vote Chapa 2, Vote CORDEL!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Carta Programa do CORDEL (Chapa 2) - Versão resumida

Cara Professora, caro professor: já deu uma olha na Carta Programa do CORDEL? Pois veja a versão resumida! E se quiser a completa, clique  aqui.

Dia 03/12, Vote Chapa 2, Vote CORDEL!!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Diretrizes para Política Cultural da ADUFPB: A perspectiva do CORDEL (CHAPA 2)

  


   Antes de apresentar nossas diretrizes para política cultural, é fundamental esclarecermos qual nossa visão de cultura. Comecemos, portanto, dizendo o que a cultura não é. Em primeiro lugar, cultura não é e não pode ser simples entretenimento, sem conteúdo, sem vida e sem participação ativa da comunidade docente e acadêmica. Valorizamos e vamos incentivar e promover os momentos de celebração, as festas e o encontro. Mas para que isso faça sentido é preciso que de fato haja verdadeira interação entre os docentes, entre a comunidade acadêmica, que haja vida no campus, que os coletivos e grupos tenham um espaço aberto para o diálogo, para que identifiquem no sindicato a sua política, não apenas que encontrem apoio, mas que se reconheçam na direção dos rumos do movimento docente.
   Cultura não é e não pode ser mercadoria, a gestão da política cultural não pode corresponder a uma gestão empresarial. Uma coisa é celebrar com toda a comunidade, integrando a comunidade à vida universitária, outra coisa é contratar bandas e grupos de cultura que nada têm a ver com a realidade da universidade, que recebem seu cache e vão embora.
   Entendemos cultura, portanto, como a vida pulsante da comunidade acadêmica em contato com seu entorno. Cultura é encontro de diversas formas de ver e viver, cultura é a celebração da luta quotidiana dos docentes, dos movimentos e dos coletivos que integram a universidade e a cidade. Só pode ser compreendida, e vivenciada, de uma perspectiva política, coletiva, de intervenção social.
   Neste sentido, pretendemos trabalhar a partir de dois eixos: atuação sindical na universidade e atuação sindical para além dos muros da universidade. É importante deixar claro, contudo, que estes dois eixos não consistem em duas realidades separadas, pelo contrário, entendemos a universidade como parte da cidade e a cidade como parte da universidade. Somente assim a universidade poderá de fato cumprir o seu papel de fomentar a diversidade cultural e política tanto na cidade quanto nela própria.
   Algumas diretrizes para a atuação sindical na universidade: valorizar e fomentar a produção dos docentes no que se refere à dança, à poesia, à música, ao cinema, ao teatro, à fotografia, à literatura, bem como outras formas de expressão artística e cultural, apoiando e organizando, junto com os coletivos já existentes na universidade, espaços de interação, como saraus, rodas de conversa, cineclubes, atos culturais. Apoiar os grupos e projetos de extensão, dar suporte para suas demandas, estabelecer parcerias para cursos e atividades educativas e culturais, revitalizando a sede social de Cabo Branco. Muitas atividades são feitas na universidade, mas os diversos grupos que as promovem não têm um espaço onde possam se encontrar e unir forças, trocar ideias, potencializar esforços. É papel do sindicato promover e incentivar esses encontros. Além disso, o sindicato precisa ajudar a facilitar a aproximação das pessoas com as manifestações culturais, provocando a que saiam da condição de consumidores para a de produtores, quebrando fronteiras e promovendo o contato, ao invés do distanciamento. Para isso, oficinas, atividades abertas, espaços livres para expressão e manifestação de todas e todos.
   Em articulação com a universidade, entendemos ser função do sindicato incentivar e integrar os diversos grupos e coletivos da cidade. Neste sentido é importante promover a cultura na cidade, fazer parcerias com os grupos tradicionais e mais novos que promovem atividades culturais. Tornar as festas e celebrações da universidade um espaço para difusão da cultura produzida pelos grupos locais, ocupando diversos espaços, internos e externos, não restritos a locais pomposos, caros e elitizados (e patrocinados por empresas privadas). 


No dia 03 de dezembro, VOTE CORDEL (CHAPA 2)!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O sindicato também pode lidar com os problemas internos da UFPB: vamos recuperar esse papel para a ADUFPB?




A Universidade pública brasileira tem passado por uma série de transformações que trouxeram muitas dificuldades para os docentes e novos desafios para aqueles que ocupam cargos e funções administrativas na vida acadêmica.
Quadro nacional, com cortes de verbas na educação realizados pelo MEC, arrocho salarial, privatização de vários serviços e espaços físicos, legalização da contratação por Organizações Sociais, aprovação na Câmara da PEC 395/2014 (fim da gratuidade nos cursos de pós graduação lato sensu, extensão e mestrado profissionais), combinado à implantação de várias medidas no âmbito interno da Universidade apontam para a necessidade da organização dos docentes da UFPB para construir novas formas de participação e intervenção nesses processos.
Neste contexto, professoras e professores de diferentes Centros e Campi da UFPB têm se reunido nos últimos anos para construir coletivamente uma alternativa dentro do movimento docente. Dessa disposição de reunir forças para mudar, nasce o CORDEL, o Coletivo Representativo dos Docentes em Luta. Nosso objetivo é construir um espaço de discussão e ação para estabelecermos a constituição de um projeto diferente de Universidade do que aquele que tem se constituído e que entendemos que não tem possibilitado a efetivação dos objetivos fundantes dessa instituição que são o desenvolvimento pleno do ensino, da pesquisa e da extensão, promovendo condições de trabalho dignas aos membros da comunidade universitária. Para isto, temos procurado atuar nos vários espaços da vida acadêmica, como as chefias departamentais, coordenações de curso de graduação e pós, NDE, câmaras departamentais e, inclusive, nesse Fórum de Coordenadores.
Nesse momento nos apresentamos como uma chapa de oposição à atual direção da ADUFPB por entendermos que o sindicato deve ter um papel central em todos esses processos, já que, entre outras coisas, eles afetam diretamente as condições de trabalho, da saúde e da vida de cada docente.
Nós do CORDEL acreditamos que a ADUFPB deveria ter uma direção completamente diferente da forma ausente que tem hoje e retomar o protagonismo que teve em outros momentos da história dessa Universidade. Uma instância realmente importante na vida das professoras e professores.
Para isso, precisa deixar de ser um aparato de um grupo que a dirige há 20 anos e voltar a ser do conjunto dos docentes. No lugar de afastar, precisa engajar e mobilizar os diferentes setores e só o pode fazer se assumir um papel protagonista nas questões relevantes para a categoria. Isso implica em não substituir os docentes na formulação de suas posições, como acontece hoje, mas, pelo contrário, abrir canais de participação e formulação verdadeiramente coletivas.
Em suma, ao se tornar um instrumento de fato coletivo, ser uma força na busca de melhores condições de trabalho, na formulação, expressão e negociação de uma pauta local e, por fim, ter um papel institucional significativo na UFPB, na sua relação com a reitoria, prefeitura universitária, centros e departamentos. Indiretamente, por meio do cumprimento de suas funções, o sindicato passa a contribuir com a qualidade acadêmica e o bom funcionamento institucional da Universidade.
Infraestrutura, mobilidade, segurança

O sindicato deveria fiscalizar a execução das obras, exigir melhoria dos espaços físicos onde as atividades acadêmicas ocorrem e condições de permanência dos docentes na universidade, denunciar irregularidades, atentar para problemas de segurança (prédios sem extintores, com instalações precárias e outros problemas) e mobilidade. Isso exige autonomia com relação à reitoria e prefeitura, e a abertura de canais de participação para o conjunto da categoria. Isso teria como resultado, além da melhoria das condições de trabalho e salubridade das professoras e professores, contribuir com o próprio desenvolvimento da UFPB, ajudando inclusive em momentos de avaliações externas, quando os problemas mencionados são causa de avaliações negativas dos cursos e programas no que refere à infraestrutura.
Aspectos institucionais e acadêmicos
Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Estatuinte, Resolução de Encargos Docentes, Regulamento da Graduação, Mudanças na Carreira e Critérios para Aposentadoria, Critérios de Progressão e Avaliação; Implantação do Sistema SIG, Sistema de Gestão por Desempenho com o Plano Individual do Docente (PID) e o Plano Setorial, entre outros, são estruturas e normas que têm implicações imediatas no exercício diário de nosso trabalho.
A ADUFPB deveria ser um canal de discussão e formulação de uma posição coletiva sobre cada um desses temas, apontando, do ponto de vista das condições de trabalho, problemas e contradições, contribuindo com a construção de estruturas melhores e mais legítimas. E, após a implementação, o sindicato deveria fazer atividades de esclarecimento, informação, reflexão crítica, acompanhamento, identificação de problemas cotidianos. Assim, poderia fazer seminários sobre estes temas, fóruns de discussão e deliberação descentralizados e também gerais, criar um canal permanente de expressão e sistematização dessas demandas.
Qual foi a discussão coletiva que a direção da ADUFPB promoveu sobre qualquer um desses temas? Em pouquíssimos deles, como a “Estatuinte” ou na “Distribuição de Encargos Docentes”, a direção até formulou posições. Mas o problema é justamente a ideia de que a ADUFPB é a sua diretoria, e que as posições de duas ou três pessoas que formularam os documentos seriam as proposições do sindicato.
Pensamos o contrário, que a direção deve promover um debate amplo, público, e criar espaços e métodos de formulação que decorram da diversidade de posições que existem na universidade. Nos demais temas, ausência completa. Em nenhum ponto dos acima mencionados houve qualquer atividade de discussão. Como ficou a carreira após 2012? Quais as propostas do novo PDI da UFPB? Quais as implicações sobre o trabalho docente a partir do novo regimento dos cursos de graduação? Quais as medidas para enfrentar o desrespeito ao direito constitucional de férias dos coordenadores e chefes de departamento, entre outros? Qual a participação do sindicato, após 4 meses de greve, sobre a elaboração do calendário acadêmico? Indicou princípios, com receio de se comprometer, enquanto o DCE, por exemplo, enviou uma proposta ao CONSEPE sobre esse tema!
Propostas e ações coletivas tornariam o sindicato um órgão de monitoramento dos aspectos institucionais e administrativos, tendo uma relação autônoma e de diálogo com a reitoria, de cooperação, cobrança ou enfrentamento, sempre de acordo com os interesses das professoras e professores dessa Universidade. Desta forma, o sindicato retomaria sua função primordial de amparar o trabalhador por um forte instrumento coletivo. A sensação de isolamento e incapacidade de reagirmos de maneira individual, que nos acomete no exercício das nossas funções básicas ou administrativas, seria minimizada e combatida. Como consequência, enfrentaríamos a realidade de divisão e fragmentação que marca o ambiente universitário, com sérias implicações acadêmicas, institucionais e políticas.
Por isso tudo (e muito mais), convidamos a todas e todos a nos dedicarmos à construção desse projeto, reativando nossas forças e esperanças em fazer desse sindicato um instrumento representativo na luta cotidiana das professoras e professores, que atue em conjunto com espaços como esse fórum, buscando a cada dia a construção da UFPB que sonhamos e, temos certeza, vamos fazer.

06/11/2015 Chapa CORDEL
Eleições para ADUFPB 2015

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A docência em tempos difíceis

                                         
Vivemos um contexto político nacional extremamente difícil. As duas últimas greves, de 2012 e 2015, revelaram a encruzilhada em que se encontra a educação pública. Por um lado, há um processo de deterioração da função pública da educação e, por outro, temos uma dificuldade de juntar e formar coletivamente uma ação forte, intensa, que revele uma visão de conjunto dos docentes.
Como complicador, as práticas políticas locais encontram-se engessadas por uma lógica arcaica, de troca de favores, clientelismo, concentração de poder, uso de recursos sem transparência e predomínio de projetos contrários aos interesses da categoria. Sem autonomia e luta não é possível mudar.
Neste contexto, professoras e professores de diferentes centros e campi da UFPB têm se reunido nos últimos anos para construir coletivamente uma alternativa dentro do movimento docente. Dessa disposição de reunir forças para mudar nasce o CORDEL, o Coletivo Representativo dos Docentes em Luta.

Quem somos

A atuação do CORDEL não tem se restringido à dimensão sindical, mas considera a organização

docente como instrumento fundamental para retomar nosso papel no cenário político nacional ao lado de outros trabalhadores e dos estudantes.
Lutamos contra o desrespeito à autonomia sindical e universitária, aos direitos dos trabalhadores e à priorização da quantidade sobre a qualidade na produção do conhecimento. Queremos debater os diferentes projetos para a universidade, algo que o governo federal se recusa a fazer. Qual o sentido da universidade? A que interesses ela serve?
Temos que resistir ao arrocho salarial, à precarização de nossas condições de trabalho, à desestruturação da carreira e ao ataque sistemático à educação pública, à previdência e aos aposentados.
Assim, ao nos apresentarmos, convidamos todas e todos, docentes da UFPB, que se identificam com este projeto de mudança, como trabalhadores da educação em luta, a se juntarem ao CORDEL, com a certeza de que a desmobilização é um poderoso instrumento de manutenção do status quo.
Vamos debater, propor e combater juntos! A diversidade de visões e concepções é um valor já materializado neste grupo e que queremos ampliar. Isso é fundamental para o adensamento das posições e para a construção de uma democracia efetiva.

CORDEL – Coletivo Representativo dos
Docentes em Luta da UFPB




                          A docência em tempos difíceis

Vivemos um contexto político nacional extremamente difícil. As duas últimas greves, de 2012 e 2015, revelaram a encruzilhada em que se encontra a educação pública. Por um lado, há um processo de deterioração da função pública da educação e, por outro, temos uma dificuldade de juntar e formar coletivamente uma ação forte, intensa, que revele uma visão de conjunto dos docentes.
Como complicador, as práticas políticas locais encontram-se engessadas por uma lógica arcaica, de troca de favores, clientelismo, concentração de poder, uso de recursos sem transparência e predomínio de projetos contrários aos interesses da categoria. Sem autonomia e luta não é possível mudar.
Neste contexto, professoras e professores de diferentes centros e campi da UFPB têm se reunido nos últimos anos para construir coletivamente uma alternativa dentro do movimento docente. Dessa disposição de reunir forças para mudar nasce o CORDEL, o Coletivo Representativo dos Docentes em Luta.

Quem somos

A atuação do CORDEL não tem se restringido à dimensão sindical, mas considera a organização
docente como instrumento fundamental para retomar nosso papel no cenário político nacional ao lado de outros trabalhadores e dos estudantes.
Lutamos contra o desrespeito à autonomia sindical e universitária, aos direitos dos trabalhadores e à priorização da quantidade sobre a qualidade na produção do conhecimento. Queremos debater os diferentes projetos para a universidade, algo que o governo federal se recusa a fazer. Qual o sentido da universidade? A que interesses ela serve?
Temos que resistir ao arrocho salarial, à precarização de nossas condições de trabalho, à desestruturação da carreira e ao ataque sistemático à educação pública, à previdência e aos aposentados.
Assim, ao nos apresentarmos, convidamos todas e todos, docentes da UFPB, que se identificam com este projeto de mudança, como trabalhadores da educação em luta, a se juntarem ao CORDEL, com a certeza de que a desmobilização é um poderoso instrumento de manutenção do status quo.
Vamos debater, propor e combater juntos! A diversidade de visões e concepções é um valor já materializado neste grupo e que queremos ampliar. Isso é fundamental para o adensamento das posições e para a construção de uma democracia efetiva.

CORDEL – Coletivo Representativo dos
Docentes em Luta da UFPB

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

O Dia dos Professores é Dia de Luta!

Hoje é o dia dos professores e professoras. Poderia ser um dia de festas e happy hours, porém o quadro nacional, dramático, nos aponta que não há motivos para comemorar. Cortes brutais nas verbas para a educação pública têm levado desde à paralisação de várias atividades nas Universidades, até o fechamento de escolas urbanas e rurais do ensino fundamental; além da deterioração dos espaços escolares por todo o país. Professores das diversas redes e níveis de ensino têm tido seus salários arrochados ou até cortados; sofrido um brutal processo de precarização nas suas condições de trabalho, com aumento da jornada, número de alunos por turma e contratação via contratos temporários. Quando resolvem se mobilizar para enfrentar esse quadro só têm encontrado o silêncio ou repressão por parte dos governos. 

Aqui na UFPB o quadro não é diferente: deteriorização dos espaços físicos; falta de equipamentos básicos para o funcionamento de nossas atividades; ameaça a projetos importantes como o PIBID; paralisação de dezenas de obras; desrespeito aos direitos dos aposentados; falta de transparência nos trâmites burocráticos e ausência de concursos necessários para garantir qualidade a uma expansão apenas quantitativa. Isso tudo acompanhado pelo congelamento de nossos salários até agosto de 2016, quando será reajustado a menos da metade da inflação do período. 

O ANDES e várias entidades docentes e discentes indicam o dia de hoje como de manifestações e protestos. Para nós da UFPB essa seria uma oportunidade de nos juntarmos às manifestações dos professores de todo o país, aproveitando essa data para mostrar a nossa real situação, organizando atividades para informar e denunciar nossa grave situação. Só um café da manhã e um “happy hour” para “celebrar” a data não parecem uma política adequada. Essas atividades não são um problema em si. Mas algo está errado quando são as ÚNICAS atividades de um sindicato nesta data e contexto. 

Nós, membros do CORDEL, consideramos que a revalorização da educação pública, dos servidores e, especialmente, das professoras e professores tem de ser conquistada. Isso, demandará outro tipo de comprometimento e engajamento de todas e todos, a começar pela reconstrução de nossas direções, acomodadas no padrão reiterado das mesmas práticas há tanto tempo, mudando alguns nomes e rostos, mas mantendo a mesma política dos últimos 20 anos.


quarta-feira, 8 de abril de 2015

POR UM MOVIMENTO DOCENTE DE LUTA E AUTONOMO COM RELAÇÃO AO GOVERNO
A atual conjuntura exige posição firme da comunidade universitária em prol da Educação Pública, Gratuita e de Qualidade, sem cairmos nas rédeas dos setores mais neoliberais. O corte no orçamento da educação integra o ajuste apresentado pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy – membro da equipe econômica de FHC e ex-diretor do Bradesco. Na mesma toada os PL da Previdência e da Terceirização.
Internamente, vide o processo sinistro de aprovação da EBSERH, as reitorias têm sido meros meios de transmissão das políticas governamentais (MEC). Funcionários terceirizados do RU ficaram sem salário, o que aconteceu em outras universidades com os seguranças e com a limpeza. Os estudantes, legitimamente, têm reivindicado uma reformulação da política de assistência estudantil. Atrasos e cortes de bolsas são apenas outro lado da mesma moeda. Nossa paisagem cotidiana está repleta de obras inacabadas, mal feitas, caindo aos pedaços. Ao mesmo tempo uma instituição financeira vai ocupar um espaço (público) da universidade.
E o que nós docentes temos a dizer? O que nosso sindicato tem a dizer? O que aconteceu no Congresso Nacional do ANDES? Não houve qualquer discussão coletiva antes ou depois por aqui. Estamos no meio de uma jornada de lutas conjunta dos SPF e não houve mobilização docente. O ANDES propôs rodadas de assembleias em março para esta construção (e discussão de indicativo de greve) e na UFPB nada... O que a ADUFPB convocou foi reunião para a construção da passeata em defesa do governo!
O exemplo a seguir, para combater as ameaças às conquistas dos trabalhadores e à educação pública, é o dos professores do Paraná, da Paraíba (estadual e municipal), do Pará e de São Paulo. Escolas e universidades param e estabelecem com os governos uma verdadeira queda de braços. Não há mudanças sem luta. Professor lutando também está ensinando.

Não ao ajuste de Dilema/Levy!
10% do PIB para a educação pública!
Mobilização e plano de lutas já!
Combater a direita pela esquerda!!

COLETIVO REPRESENTATIVO DOS DOCENTES EM LUTA (CORDEL)